
Em Boa Esperança do Norte (MT), região próxima a Sorriso, cada janela de chuva é aproveitada para colocar a soja no campo. O time do Soja Brasil esteve na fazenda de Vanderlei Bariviera, representante do Grupo Prediger, que já semeou cerca de 35% dos 6 mil hectares da propriedade.
As primeiras chuvas de setembro trouxeram segurança hídrica para o início dos trabalhos no campo. As áreas que receberam as sementes já apresentam plantas no estágio vegetativo conhecido como VE, fase de emergência da soja.
De acordo com o sojicultor, o volume de água registrado na primeira quinzena de setembro permitiu colocar parte da lavoura no campo. Com a redução das chuvas, porém, foi preciso diminuir o ritmo da semeadura. “Vamos semeando conforme o clima nos permite. A semeadura depende dele”, diz Vanderlei.
O produtor explica que a estratégia é aproveitar as condições favoráveis sem avançar além do que a umidade disponível permite. A pausa nas chuvas exige cautela para evitar que a lavoura seja implantada em condições inadequadas.
Vanderlei aponta que o plantio segue de maneira gradual, acompanhando o comportamento do clima e a umidade do solo.
A expectativa é continuar a semeadura conforme novas janelas de chuva apareçam. A estratégia, comenta o produtor, é avançar no campo no ritmo permitido pelas condições climáticas.
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