
O mercado físico do boi gordo registrou preços mais altos nas principais praças de produção e comercialização do país ao longo desta quinta-feira (3).
Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, as escalas de abate estão mais curtas, principalmente para os frigoríficos de menor porte.
“Por outro lado, as grandes indústrias ainda estão em uma posição mais tranquila em suas programações, o que evita uma explosiva alta nas cotações do boi gordo”, ressalta.
O mercado atacadista registrou preços estáveis no dia. Há perspectiva de alta no curtíssimo prazo, mas, em contrapartida, a elevada disponibilidade de proteínas suína e de frango e ovos as mantém altamente competitivas e limita o potencial de valorização da carne bovina.
O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,06%, sendo negociado a R$ 5,1031 para venda e a R$ 5,1011 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0700 e a máxima de R$ 5,1130.
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