
A União Nacional do Etanol de Milho (Unem) avaliou que o impacto direto do tarifaço de 25% imposto pelos Estados Unidos ao etanol brasileiro é limitado sobre o setor. A entidade criticou a medida, considerando-a um retrocesso à cooperação bilateral e à transição energética global.
A tarifa foi imposta pelo governo americano e afeta diretamente o setor de etanol, que já enfrentou desafios com tarifas anteriores. A diretora de relações internacionais e comunicação da Unem, André Veríssimo, destacou que o Brasil não é mais o grande importador de etanol americano que era anteriormente.
Atualmente, o Brasil conta com 29 biofinarias em operação e outras 14 em construção. O aumento do uso de etanol no país é impulsionado por mandatos que devem subir de E30 para E32.
O Renova Bio é considerado fundamental para a rentabilidade das empresas do setor. Veríssimo ressaltou que as exigências para empresas americanas são as mesmas que as brasileiras devem cumprir, destacando a alta régua de qualidade exigida no Brasil.
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