
Os juros futuros operam em queda na manhã desta sexta-feira (24), em meio a um ambiente mais calmo no exterior. O movimento ocorre com recuo de mais de 2% no petróleo, baixa nos rendimentos das T-Notes e dólar perto da estabilidade ante o real. No mercado doméstico, os investidores também monitoram a agenda do Banco Central (BC).
Às 9h15, a taxa do depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 estava em 14,015%, ante 14,023% no ajuste anterior. No vencimento de janeiro de 2029, a taxa cedia para 14,605%, de 14,679%. Já o contrato para janeiro de 2031 caía para 14,780%, frente a 14,821% no fechamento de quinta-feira (23).
O recuo das taxas ocorre em um cenário externo mais tranquilo, apesar das incertezas ligadas à guerra entre Estados Unidos e Irã. Entre os ativos acompanhados pelo mercado, o petróleo registrava queda superior a 2%, enquanto os rendimentos das T-Notes também recuavam. No câmbio, o dólar rondava a estabilidade em relação ao real.
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No radar desta sexta-feira, está a participação do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em painel da XP Expert, em São Paulo, às 11h25. A autoridade monetária também realiza reunião trimestral com economistas no Rio de Janeiro.
Outra referência para os agentes financeiros é a divulgação do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas, prevista para o dia.
Com o alívio externo e a queda do petróleo, a curva de juros abriu a sexta-feira em baixa nos principais vencimentos, enquanto o mercado acompanha os compromissos do Banco Central e a agenda fiscal do dia.
Fonte: Estadão Conteúdo
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