
Uma missão oficial do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) encerrou, nesta quinta-feira (4), agenda em Honduras com encaminhamentos para cooperação bilateral em pesquisa agropecuária, inovação tecnológica, desenvolvimento rural e segurança alimentar. As reuniões também incluíram tratativas comerciais sobre produtos de interesse dos dois países, como farinhas de origem animal, carne de aves e carne suína.
A agenda foi liderada pelo secretário-executivo do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Cleber Soares, com participação de representantes diplomáticos e técnicos do Brasil e do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA). Segundo as informações divulgadas pelo Mapa, a missão incluiu reunião com o ministro da Agricultura e Pecuária de Honduras, Moisés Molina.
Durante os encontros, foram discutidas áreas como planejamento agrícola, inovação tecnológica, melhoramento genético e transferência de conhecimento. A delegação brasileira também se reuniu com representantes da Dirección de Ciencia y Tecnología Agropecuaria (Dicta), instituição de pesquisa agropecuária de Honduras, para tratar de fortalecimento institucional, formação de recursos humanos e modernização dos sistemas de inovação.
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De acordo com o Mapa, as conversas também abordaram cooperação em assistência técnica, sanidade animal e vegetal e adaptação às mudanças climáticas. Nesse eixo, foram citadas possibilidades de contribuição de instituições brasileiras como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No campo comercial, a missão avançou em tratativas sobre farinhas de origem animal, carne de aves e carne suína. O material divulgado não informa volumes, prazos, valores envolvidos nem estágio regulatório das negociações, o que limita a mensuração imediata de efeitos sobre o fluxo bilateral de comércio.
Para o setor agropecuário, o avanço técnico e institucional pode abrir espaço para cooperação em pesquisa, sanidade e inovação, além de apoiar futuras negociações comerciais, caso os entendimentos sejam formalizados.
Até o momento, os resultados divulgados indicam alinhamento político e técnico entre os dois países, mas ainda sem detalhamento de cronograma, metas operacionais ou impacto econômico mensurável. Novos desdobramentos dependerão da formalização dos acordos e do avanço das tratativas sanitárias e comerciais.
Fonte: gov.br
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