
O mercado brasileiro de soja encerrou esta quarta-feira (5) com negócios pontuais e variações discretas nos preços. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o ritmo foi menor que o da véspera, mas os ganhos em Chicago abriram algumas oportunidades ao longo do dia.

De modo geral, as cotações apresentaram comportamento misto, com destaque para Goiás, onde os preços se fortaleceram. A queda do dólar reduziu parte da sustentação vinda da CBOT, enquanto os prêmios seguem negativos na curva da safra nova. “Ainda assim, tivemos preços melhores para a nova temporada”, observou Silveira. No mercado disponível, a soja registrou pequenas oscilações entre as principais praças do país.
Na Bolsa de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam em alta, influenciados pelo avanço nas negociações entre Estados Unidos e China. Pequim confirmou a redução das tarifas sobre produtos agrícolas norte-americanos, o que deu suporte ao mercado, embora a soja americana ainda enfrente uma taxa de 13% nas importações.
O contrato para janeiro de 2026 subiu 12,75 centavos (1,13%), a US$ 11,34¼ por bushel. Já a posição março avançou 14,25 centavos (1,26%), a US$ 11,42 por bushel. No farelo, o vencimento dezembro teve alta de US$ 7,40 (2,33%), a US$ 324,80 por tonelada. O óleo de soja para dezembro fechou a 49,69 centavos de dólar por libra-peso, com ganho de 0,16 centavo (0,32%).
O dólar comercial recuou 0,70%, negociado a R$ 5,3608 para venda e R$ 5,3967 para compra.
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