
Pecuaristas, o sucesso na pecuária brasileira se constrói com dedicação, inovação e tradição. Há mais de meio século, o Grupo Facholi, uma empresa familiar genuinamente brasileira, se dedica ao setor agropecuário. Pela inovação e pioneirismo, a fazenda é referência na produção de gado pesado ideal, com foco em nutrição animal, sementes forrageiras e tecnologias para a engorda no cocho. Assista ao vídeo abaixo e confira essa história.
Em uma reportagem especial no programa Giro do Boi, José Luiz Facholi, Matheus Guimarães e Moisés Calixto Jr., do Grupo Facholi, detalharam o trabalho que os tornou pioneiros no gado pesado ideal.
A empresa, que atua em todo o Brasil e em outros países da América Latina e África, tem a vocação para a produção agropecuária em seu DNA.

O Grupo Facholi iniciou suas atividades com a agricultura (algodão e amendoim) e logo migrou para a produção de sementes forrageiras.
A partir daí, a empresa se expandiu e fundou a sua própria empresa de nutrição animal, com o objetivo de ter um ciclo completo de produção de carne.
O planejamento e a gestão impecável são a base do trabalho do Grupo Facholi. As fazendas de cria, recria e engorda são gerenciadas com um rigoroso protocolo que tem como pilares:
A segunda geração da família já está no comando de alguns setores, trazendo novas tecnologias e ideias, o que faz a empresa crescer e dar passos mais rápidos.

O segredo para a produção de gado pesado ideal do Grupo Facholi está na nutrição. A dieta, que é uma dieta “quente”, densa e forte, é elaborada com tecnologias que garantem a saúde ruminal, a conversão alimentar e a eficiência dos animais no confinamento.
A recria intensiva do gado é feita em áreas próximas ao confinamento. Os animais que vêm da recria, que já estão acostumados com dieta no cocho, chegam ao confinamento mais cedo, o que otimiza os dias de cocho e aumenta o giro da baia, gerando mais lucro.
O gado do Grupo Facholi é abatido jovem, com idade média de 18 a 25 meses. Os animais são abatidos com média de 560 kg a 570 kg, com rendimento de carcaça de 56% a 56,5%, o que se traduz em animais de 20 a 22 arrobas, e alguns chegam a 24 arrobas.
José Luiz Facholi destaca que a pecuária vive um bom momento, e vale a pena investir em tecnologia, principalmente em pastagem, que é a base de tudo. Produzir o que o consumidor quer e exige, com qualidade e eficiência, é o caminho para o sucesso.
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