
Pecuaristas, a produtividade na fazenda se inicia com o cuidado dedicado desde o nascimento dos animais. Um gado bem cuidado se desenvolve melhor e contribui diretamente para a eficiência da produção. Assista ao vídeo abaixo e confira essa história.
Na Agropecuária Maragogipe, o foco no cuidado da vaca e do bezerro é essencial, impactando diretamente a sobrevivência dos recém-nascidos e a produtividade futura do rebanho.
Lucas Marques, diretor de Operações Agropecuárias da Maragogipe, apresentou em “A Saga Maragogipe” as práticas que transformam a fazenda em um exemplo de produção sustentável.
A propriedade adota uma série de técnicas para garantir o conforto e a saúde dos animais, desde o manejo inicial do bezerro até a documentação detalhada para o programa de melhoramento genético.

Em julho, com o início da época de parição, a Agropecuária Maragogipe intensifica seus cuidados. Em piquetes de maternidade, equipados com estruturas cobertas para proteção contra chuva e sereno, toda a equipe trabalha rigorosamente no protocolo de nascimento dos bezerros.
Esse cuidado abrangente começa ainda na gestação das vacas, passando pela inseminação e manejo no pasto, e culmina no nascimento do “produto” que será trabalhado futuramente para alta performance.
No primeiro dia de vida do bezerro, são realizados procedimentos cruciais para sua saúde e identificação:
Um dos aspectos mais notáveis do manejo na Maragogipe é a impressionante docilidade do gado. Lucas Marques, juntamente com Darlan (responsável pelo retiro sede) e Vitor (colaborador), demonstram os procedimentos com os bezerros recém-nascidos.
Mesmo com a equipe realizando tarefas como pesagem, tatuagem e aplicações de medicamentos, as vacas não esboçam nenhuma reação agressiva, mostrando uma notável confiança nos tratadores.
Essa docilidade não é um acaso; ela é construída diariamente com um manejo cuidadoso e racional, sendo um ponto chave no programa de melhoramento genético da fazenda. Um gado mais calmo significa:
A Agropecuária Maragogipe opta por um manejo mais aberto, sem o uso do “medroso” (o isolamento do bezerro da mãe em cercados), utilizando apenas coberturas para proteção climática.
Essa prática, segundo Darlan, fortalece a confiança mútua entre o gado e os tratadores, tornando os futuros protocolos de manejo no curral muito mais tranquilos. Desde o primeiro dia de vida, o animal é treinado para associar a presença humana ao cuidado, garantindo que o manejo seja sempre tranquilo e eficiente para todos.
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