
O mercado brasileiro de soja teve bons negócios nesta terça-feira (4), especialmente no setor doméstico. No entanto, os portos apresentaram menor movimento, com a janela de embarque sendo pequena. Em geral, as cotações subiram, embora ajustes negativos tenham ocorrido em alguns pontos, como no Porto de Rio Grande.
Para o mês de fevereiro, os negócios têm se concentrado mais na indústria. O recuo do dólar ajudou a conter maiores altas, mas os compradores domésticos continuam com boas ofertas no curto prazo.
O mercado da soja também seguiu atento às questões internacionais. O foco foi na imposição de tarifas comerciais pelo novo governo Trump, com a posição de março encerrando no maior patamar desde o início de outubro.
Após um início de dia na defensiva devido a medidas de retaliação do governo chinês, o mercado se estabilizou com sinais de que ambos os lados estavam dispostos a negociar uma pausa nas tarifas, o que ajudou a acalmar os ânimos.
Além disso, o clima na América do Sul segue sendo monitorado, com preocupações na Argentina devido à seca prolongada, afetando o potencial produtivo. No Brasil, as previsões indicam pouca chuva no Sul e chuvas em excesso no Mato Grosso, prejudicando a colheita.
O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,79%, negociado a R$ 5,7693 para venda e a R$ 5,7673 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7564 e a máxima de R$ 5,8269.
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