
Os preços da soja caíram no Brasil nesta quinta-feira (16), ajustando-se à paridade de exportação. A Bolsa de Chicago também caiu, os prêmios são negativos e o dólar não consegue compensar o cenário baixista. Os negócios, quando ocorreram, foram pontuais, com os vendedores retraídos.
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam com preços mais acentuadamente baixos. A previsão de chuvas para a Argentina, aliviando o estresse hídrico naquele país, e o bom desenvolvimento das lavouras no Brasil pressionaram as cotações.
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 132.000 toneladas de soja em grãos para a China, a serem entregues na temporada 2024/25.
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25, com início em 1º de setembro, ficaram em 569.100 toneladas na semana encerrada em 2 de janeiro. Analistas esperavam exportações entre 300 mil e 900 mil toneladas.
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,50%, negociado a R$ 6,0546 para venda e a R$ 6,0526 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,9957 e a máxima de R$ 6,0707.
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