
O mercado físico do boi gordo apresentou preços firmes no fechamento da semana. Houve sinalização de melhora na oferta no decorrer do dia, mesmo que de maneira comedida.
De acordo com a consultoria Safras & Mercado, a liquidez do mercado físico tende a continuar melhorando gradualmente nos próximos dias, com agentes retornado às negociações, agora que o período de festas ficou para trás.
“A oferta curta de animais no final de ano e as negociações travadas resultaram no encurtamento das escalar de algumas plantas frigoríficas. Deste modo pode haver uma postura mais ativa delas nas compras do boi gordo no curto prazo, o que pode favorecer os preços”, diz o analista da empresa Allan Maia.
Segundo ele, a evolução da carne no atacado, o dólar, o fluxo de exportação e as condições das pastagens são fatores a serem acompanhados no decorrer das próximas semanas.
O mercado atacadista apresentou preços estáveis. A entrada da massa salarial é fator que pode ajudar o consumo no curto prazo.
“Contudo, vale destacar que o perfil de consumo tende a mudar agora que se passaram as festividades, com migração de demanda de cortes nobres para mais acessíveis”, assinalou Maia.
O quarto dianteiro foi cotado a R$ 20,30, por quilo. Quarto traseiro foi precificado em R$ 26,70
por quilo. Ponta de agulha ficou posicionado em R$ 19,40, por quilo.
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,31%, sendo negociado a R$ 6,1820 para venda e a R$ 6,1800 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,1357 e a máxima de R$ 6,1997. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,13%.
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