
O mercado brasileiro de soja teve uma segunda-feira de preços mais baixos, com fraca movimentação. Segundo a Safras Consultoria, o mercado esteve lento, com muitos participantes fora das negociações. A expectativa para o relatório de oferta e demanda de dezembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado amanhã, contribuiu para a cautela dos agentes. Além disso, a queda da soja na Bolsa de Chicago pressionou as cotações no mercado doméstico.
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais baixos. Após um início de sessão positivo, o mercado perdeu força na parte da tarde, refletindo vendas técnicas e um cenário fundamental baixista. O produtor norte-americano está motivado a vender a soja ainda disponível pelo atual patamar de preços, antes que os preços caiam ainda mais com a entrada da safra brasileira.
As atenções continuam voltadas para o relatório de oferta e demanda do USDA, que deve fazer ajustes leves nas estimativas para os estoques mundiais e norte-americanos de soja. Espera-se que os estoques de soja dos Estados Unidos para 2024/25 fiquem em 471 milhões de bushels, contra os 470 milhões previstos anteriormente.
Os contratos de soja com entrega em janeiro fecharam a US$ 9,90 por bushel, com baixa de 3,75 centavos, ou 0,37%. A posição março foi cotada a US$ 9,95 1/2 por bushel, também com queda de 3,75 centavos, ou 0,37%. Nos subprodutos, o farelo de soja teve alta de 0,76%, fechando a US$ 289,60 por tonelada, enquanto o óleo de soja teve queda de 0,39%, fechando a 42,80 centavos de dólar.
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,09%, negociado a R$ 6,0816 para venda e a R$ 6,0796 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0369 e a máxima de R$ 6,0899.
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