
Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho, as mulheres constituem 40% da mão de obra agrícola nos países em desenvolvimento. No Brasil, mais de 30% das propriedades rurais já são lideradas por elas.
Uma pesquisa realizada em 2018 pela Corte Vagence, com mais de 4.000 mulheres atuantes no agronegócio, apontou que a discriminação de gênero ainda é uma realidade, confirmada por 78% das entrevistadas. Os dados revelam que:
O acesso a financiamentos é um gargalo significativo para as mulheres do agronegócio. A busca por apoio para empreender foi mencionada por 80% das entrevistadas, e os dados mostram que:
Patrícia Cesarino, engenheira agrônoma e gerente de marketing, destaca que as mulheres sempre foram fundamentais para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro. Atualmente, elas ocupam cada vez mais papéis de liderança e protagonismo, com uma pesquisa recente da Abagon Serasa Experian de 2026 mostrando que:
A participação feminina é uma peça fundamental na evolução do agronegócio brasileiro, que exige cada vez mais diversidade e qualidade na cadeia produtiva.
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