
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (2) que o governo americano não considerava, de fato, proibir as exportações de diesel. Antes de viajar ao Alabama, ele disse a jornalistas que essa possibilidade “nunca esteve realmente sobre a mesa” e negou que houvesse intenção de adotar a medida.
Ao comentar o tema, Trump declarou que os Estados Unidos “nunca iam fazer um banimento de exportação de diesel”. A fala ocorreu em meio a questionamentos sobre os efeitos econômicos da guerra e do mercado de combustíveis.
O presidente também elogiou a contribuição europeia para a injeção de 100 milhões de barris de petróleo no mercado global. A declaração foi feita no mesmo contexto de discussão sobre oferta internacional de energia.
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Na área de infraestrutura energética, Trump mencionou um projeto no Alasca com a Coreia do Sul. Segundo ele, caso o gasoduto não avance, Washington elevará tarifas contra o país. “Se a Coreia do Sul não fizer o gasoduto, vamos cobrar mais deles”, afirmou. Ele acrescentou que não se antecipou ao anunciar os investimentos.
Questionado sobre as eleições no Brasil, marcadas para o próximo domingo, Trump repetiu que os Estados Unidos estão “monitorando de perto” o pleito brasileiro.
As declarações de Trump nesta sexta-feira (2) reuniram três frentes: a negativa de um bloqueio às exportações de diesel, a defesa da ampliação da oferta de petróleo no mercado global e a sinalização sobre o projeto energético com a Coreia do Sul, além do acompanhamento das eleições brasileiras.
Fonte: Estadão Conteúdo
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