
A biosseguridade deixou de ser apenas um conjunto de regras dentro das granjas e se tornou um dos principais pilares da suinocultura moderna. Na fase produtiva de leitões, a prevenção da entrada e disseminação de doenças é crucial para proteger os animais, reduzir perdas e fortalecer a competitividade da carne suína brasileira no mercado internacional.
De acordo com Armando Lopes, pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, a biosseguridade é considerada um dos pontos mais estratégicos para garantir a saúde de todo o sistema de produção. Um manejo adequado pode:
O investimento em biosseguridade é visto como uma estratégia econômica, pois é mais barato prevenir do que lidar com surtos de doenças. Armando destaca que:
O Brasil é o terceiro maior exportador de carne suína do mundo. A biosseguridade influencia diretamente a confiança dos mercados compradores, pois a ausência de doenças no plantel é fundamental para manter a competitividade. Armando enfatiza que:
Para que as medidas de biosseguridade sejam efetivas, é necessário criar uma cultura de prevenção entre todos os colaboradores da granja. Armando sugere:
Com essas ações, é possível manter um plantel saudável e garantir o status sanitário das granjas brasileiras.
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