
O preço da soja no Brasil alcançou nesta semana o maior patamar desde 2026, impulsionado pela valorização do petróleo e pelo aumento das compras da China. Em junho, os chineses importaram 12 milhões de toneladas do grão brasileiro, enquanto reduziram as aquisições dos Estados Unidos em meio à guerra comercial.
O analista de safras e mercado, Rafael Silveira, destacou que a alta dos preços é resultado de uma combinação de fatores:
Silveira afirmou que não há fundamentos baixistas no mercado, e a tendência é que os preços da soja permaneçam elevados. Ele acredita que até setembro, os preços podem subir ainda mais, embora já representem oportunidades de venda para os produtores.
O cenário atual é favorável para aqueles que ainda possuem soja estocada, com um mercado escasso em termos de oferta. As margens atuais são consideradas vantajosas, e é um momento importante para a fixação de preços para a safra nova de 2027.
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