O mercado físico do boi gordo segue em sua trajetória de recuperação, ainda impulsionado pelas escalas de abate cada vez mais encurtadas em nível nacional.
De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, a expectativa é que esse movimento ganhe corpo durante o mês de abril.
“Mesmo assim, o pecuarista precisa estar preparado para o maior desgaste das pastagens. Com índices pluviométricos mais tímidos para o Centro-Norte brasileiro, os atuais preços da B3 oferecem boas perspectivas de travamento de preço. Trabalhar de maneira cautelosa parece ser o ideal pensando no auge da safra de boi gordo que se aproxima”, destaca.
O mercado atacadista teve preços firmes para a carne bovina. Conforme Iglesias, a expectativa ainda é de elevação dos preços no curto prazo, em linha com a expectativa de bom escoamento da carne no decorrer da primeira quinzena de abril, somado ao maior potencial de consumo durante o Domingo de Páscoa.
“Ao mesmo tempo, as exportações seguem em alto nível, com expectativa de recorde de embarques na atual temporada”, pontuou.
O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,50 por quilo, o dianteiro segue a R$ 18,50 por quilo e a ponta de agulha ainda é cotada a R$ 17,50 por quilo.
O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 1,17%, sendo negociado a R$ 5,6295 para venda e a R$ 5,6275 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5925 e a máxima de R$ 5,6440.
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