
O mercado brasileiro de soja teve ritmo lento nesta quarta-feira. Os preços apresentaram bastante volatilidade. Houve boas oportunidades de negócios nos portos, mas sem relatos de movimentos expressivos. Os produtores seguem focados na colheita e não aceitam os preços atuais.

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços em baixa. Em dia volátil, um movimento de realização de lucros, acompanhando outros mercados, principalmente trigo e milho.
O avanço da colheita da maior safra da história do Brasil amplia a oferta e ajuda na pressão. A maior aversão ao risco, em meio às renovadas preocupações com a política comercial do novo governo Trump, adicionou pressão aos contratos.
Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 6,75 centavos de dólar ou 0,64%, a US$ 10,31 3/4 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,48 1/4 por bushel, perda de 7,25 centavos ou 0,68%.
Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com alta de US$ 0,90 ou 0,30%, a US$ 294,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 46,30 centavos de dólar, com baixa de 1,00 centavo ou 2,11%.
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,65%, negociado a R$ 5,7256 para venda e a R$ 5,7236 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6825 e a máxima de R$ 5,7325.
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