
Os preços da soja caíram nas principais praças de comercialização do Rio Grande do Sul e do Centro-Oeste, e subiram nas do Paraná nesta segunda-feira (23).
As variações foram apenas nominais, com muitos participantes fora do mercado. O dólar teve alta expressiva no dia, mas a Bolsa de Chicago caiu.
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais baixos para o grão e o farelo; o óleo teve forte alta.
O mercado foi pressionado pela força do dólar frente a outras moedas, o que reduz a competitividade norte-americana no cenário exportador, e pela previsão de chuvas benéficas às lavouras no Brasil corroborando a expectativa de safra cheia no país.
As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 1.747.037 toneladas na semana encerrada no dia 19 de dezembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 1.695.935 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado fora de 1.119.363 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 26.998.906 toneladas, contra 22.301.265 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 132.000 toneladas de soja em grãos para a China, a serem entregues na temporada 2024/25.
No óleo, os contratos com vencimento em janeiro fecharam a 40,23 centavos de dólar, com alta de 0,75 centavo ou 1,89%.
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,86%, sendo negociado a R$ 6,1845 para venda e a R$ 6,1825 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,1091 e a máxima de R$ 6,2011.
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