
O último relatório de Oferta e Demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na sexta-feira (8), trouxe cortes à produção norte-americana do cereal, de 386,1 para 384,6 milhões de toneladas, em área de 36,7 milhões de hectares.
Outro fato internacional que chamou a atenção do mercado na semana passada foi a vitória de Donald Trump nas eleições estadunidenses, o que aumentou as expectativas de uma nova guerra comercial entre o país e a China.
Tal fato, de acordo com analistas, incluindo os da plataforma Grão Direto, pode favorecer o preço do milho no Brasil, com os asiáticos direcionando mais suas compras para o mercado brasileiro.
Em termos de preços, o cereal finalizou a semana cotado a US$ 4,31 por bushel em Chicago, registrando uma alta de 3,86% para o contrato com vencimento em dezembro de 2024.
Já no Brasil, na B3, o preço do milho também apresentou valorização, com um aumento de 1,11%, fechando a R$ 73,86 por saca no contrato de novembro de 2024. No mercado físico, os preços variaram, com uma combinação de altas e baixas ao longo do país, predominando as altas.

Com base nesses indicativos, a plataforma acredita que o mercado do milho terá mais uma semana positiva no Brasil, seguindo a tendência da última semana.
O post Milho brasileiro é o mais caro entre os países concorrentes; e agora, o que esperar dos preços? apareceu primeiro em Canal Rural.